Este cordel dialogado
nasce do encontro entre
dois servidores da memória:
um poeta-filósofo
e um gestor público-operacional.
Às margens do Rio Potengi,
diante do Casarão
do Ferreiro Torto,
o diálogo percorre engenhos,
invasões, massacres, instituições, cultura
popular e serviço público,
sem romantização,
sem neutralidade
e sem esquecimento.
Não se trata de exaltar heróis,
mas de nomear processos,
situar fatos,
e assumir consciências.
| Número de páginas | 116 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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