“O homem, sem liberdade de qualquer natureza - de expressão, da física, moral, da liberdade social do direito de ir e vir - ele morre em vida.”
Quem já experimentou morrer em vida? Extraída do relato de Júlio, o autor, a presente expressão retrata não só uma perspectiva de um direito básico violado, mas a dor da alma de continuar vivo sem ter, minimamente, como viver. Em toda a sua obra, o autor busca retratar como foi a sua experiência diante de uma situação atípica em sua vida, que jamais imaginaria que aconteceria.
A muito, a percepção social é de que o Estado abandonou o sentido pedagógico da privação de liberdade e passou a usar o modo repressivo contra os que se encontram sobre a sua custódia se torna cada vez mais latente, fazendo a sociedade questionar os métodos e os resultados.
Retratar essa realidade, de forma fidedigna e sob o ponto de vista do autor, abordando temas filosóficos, éticos, morais, religiosos e sociais é o cerne da presente obra, que busca fazer uma reflexão sobre os direitos humanos dentro do cárcere e a realidade vivida no sistema prisional brasileiro.
Neste ínterim, o autor busca demonstrar como o sistema se organiza, como ele funciona e como deveria, em sua ótica, funcionar, para que se almeje atingir algum tipo de resultado satisfatório que garanta o acesso aos direitos humanos fundamentais e a busca pela reinserção do apenado na sociedade, cumprindo o sistema prisional e o direito penal brasileiro a sua função social.
| Número de páginas | 379 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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