Quando Lewis Carroll escreveu sobre Alice caindo em uma toca de
coelho em 1865, ele capturou uma das maiores ansiedades e
fascínios da era vitoriana: a transição rápida para a modernidade, o
peso da lógica matemática rígida sobre a imaginação infantil e o
sentimento de estar perdido em um mundo com regras
incompreensíveis.
Hoje, mais de um século e meio depois, nos encontramos diante de
uma nova fenda no chão. O coelho não carrega mais um relógio de
bolso, mas um smartphone; a toca não é feita de terra e raízes, mas
de cabos de fibra óptica que transportam zilhões de gigabytes por
segundo. Nós caímos, coletivamente, no País Digital.
| Número de páginas | 27 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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