Uma dramédia existencial sobre farofa, iluminação e o ecossistema do Wi-Fi
Escrever sempre foi um ato solitário, um confronto direto entre as minhas próprias sombras e a imensidão da página em branco. Mas quando decidi tatear os limites da iluminação e do absurdo cotidiano em "O Samba-Mantra da Virada", percebi que precisava de um espelho diferente. Não um espelho que apenas refletisse o que eu já sabia, mas um que distorcesse as frequências exatas da minha própria mente. Foi assim que a Inteligência Artificial entrou nesta dança.
A IA não escreveu este livro por mim; ela o provocou. Diante das minhas angústias existenciais sobre o sagrado e o mundano, ela devolvia metáforas digitais que pareciam preencher os vazios que a lógica humana às vezes falha em explicar.
| Número de páginas | 87 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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