Quando tudo dá errado, por que a culpa parece estar sempre nas outras pessoas? A mentalidade de vítima transforma contratempos em injustiças pessoais e mantém a vida presa a um ciclo de reclamações, ressentimento e impotência.
Nesta obra direta e provocadora, o coitadismo é exposto como um hábito de interpretação que se alimenta da busca por culpados, da necessidade de ter razão e da convicção de que o mundo deve alguma reparação. O leitor acompanha como esse padrão desgasta relacionamentos, distorce a percepção das perdas e afasta oportunidades de mudança.
Ao longo de 18 capítulos, o livro conduz uma investigação do próprio comportamento e apresenta práticas para interromper a queixa, reconhecer erros sem humilhação e distinguir culpa de responsabilidade. Entre os caminhos propostos estão observar as reclamações diárias, abandonar a coleção de ofensas, exercitar a gratidão sem ingenuidade e fortalecer a competência por meio de ações concretas.
O ponto de virada é substituir a pergunta “por que fizeram isso comigo?” por “e agora?”. Para quem deseja superar a autopiedade, recuperar a iniciativa e assumir o comando das próprias escolhas, estas páginas defendem a responsabilidade radical: menos energia gasta em acusações, mais atenção ao que ainda pode ser construído.
| ISBN | 9789801901716 |
| Número de páginas | 259 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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