À MINHA VOCAÇÃO, UMA CARTA

Por RODNEY LIMA

Código do livro: 477801

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Bíblia, Vida Cristã, Teologia, Religião

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Sinopse

Este presente livro trata-se de uma extensa epistola que eu escrevi a um dignitário epíscopo fiel à Santa Igreja Católica Apostólica Romana pedindo-lhe um olhar especial à minha vocação. Já o motivo para eu convertê-la em livro foi para amplificar minha voz, visto que percebi, no teor dela, potencial apologético. Uma vez diagramada em forma de livro, interessante dizer que eu mantive o seu arcabouço ipsis litteris ao texto da carta, contudo, nesse processo de conversão, achei por bem, por conta das minhas reflexões um tanto subjetivas (sem nada inventar), não o deixar sem as devidas notas explicativas para devidamente fundamentá-lo, pois falar da Santa Igreja requer discernimento, competência e, sobretudo, prudência.

Eu me julgo, com a devida parcimônia, estar minimamente pronto a defender nossa esperança como um singelo paladino da fé cristã e, nessa peleja, oxalá eu jamais perca a ternura e nunca semeie a discórdia entre o povo de Deus. Nesse bom combate à moda paulina, todavia, eu, que não falo a estranhos, não me eximo, a rigor, de tocar em pontos fulcrais e nevrálgicos para defender a Verdade, ou seja, este “rio de tinta” aqui, nada mais é do que a minha epistemologia com base no meu empirismo in loco, cujos fatos, que muito escrutinei, não adormecem no leito das Fossas das Marianas, porque eles são clarividentes a todos aqueles ordenados e leigos mais esclarecidos que respiraram sob essa atmosfera católica poluída, sobretudo por conta do “fumo tóxico” emanado da fresta cujo nome é teologia da libertação. Quanto a isso, está no bojo do que alertou em outrora o ducentésimo sexagésimo segundo Papa sobre uma tal fumaça diabólica...

Adianto aqui neste prelúdio que eu não fugirei, em momento algum, do epicentro dessa atmosfera contaminada por essa “fumaça tóxica”, pois foi nela que eu vivi resilientemente a minha experiência de Igreja. Ainda valendo-me dessa metáfora em voga, eu pude indubitavelmente constatar – com minha experiência e estudo de causa – que esse fumo satânico não adentra mais à Igreja somente se espreitando por meio de uma pequena lacuna como outrora alertou Paulo VI, essa fumaça, hodiernamente, passa livremente por uma falha geológica do tamanho do grand canyon, tanto que se propagou sobremaneira a tal ponto de predominar hegemonicamente sobre toda a América Latina bem como o Caribe e isso é um fato que debilita o Corpo Místico!

Em suma, nesse “bom combate”, referendado na passagem lucana (Lc 1,3) e no imperativo petrino (I Pd 3,15), eu não tenho a pretensão de querer convencer ninguém sobre meu ponto de vista, pois eu bem sei a diferença entre expor e impor. Como eu apenas exponho aqui, logo não tenho a pretensão de ser soberano do pensamento de ninguém. Eu respeito o livre-arbítrio, pois ele é sine qua non à humanidade, sobretudo à salvação eterna para o gênero humano. Sendo assim, por fim, pela proposta, peço-lhe uma antecipação de empatia na leitura desta longa missiva que se segue. Ademais, viva Cristo Rei e a Virgem de Guadalupe!

Características

ISBN 9786500567694
Número de páginas 168
Edição 1 (2022)
Formato 16x23 (160x230)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 80g
Idioma Português

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RODNEY LIMA

Como eu me defino?

Em verdade, há quase unanimidade em afirmar que falar de si mesmo é uma tarefa bem difícil. Eu, há algum tempo, não faço mais parte dessa maioria e quem me convenceu disso – em parte – foram as pessoas que me criticaram em tempos de outrora me adjetivando desta forma: "Nei, você é um sonhador". Bem, não que eu seja volúvel às críticas, mas Sócrates – que disse: "Só sei que nada sei" – ensinou: "O princípio da sabedoria é quando se reconhece a própria ignorância".

O fato é que quando volvi meu olhar ao pretérito e vi que veni, vidi et non vici (“parafraseando” Júlio César), a rigor, convenci-me de que o predicado de sonhador me cabe – sem frustrações – como uma luva! Não obstante, enamorado da Flor do Lácio que sou, por que não deixar "chique" tal pecha? Passei, portanto, a autointitular-me desta forma: "Sou apenas um sonhador contador de História". Ficou legal, né? Gostei, tanto que virou meu axioma que sempre coloco como frase de efeito em meus livros. Percebeu que o termo em destaque é com H e não com E? Isso foi pensado, pois estou certo que, ainda que uma obra se enquadre no gênero ficção, a arte imita a vida e, quiçá, vice-versa.

Agora, permita-me a 3ª pessoa para descrever as trivialidades sobre mim: esse sonhador fez Letras, Filosofia e Teologia. Ele escreveu cinco livros. A primeira obra foi o livro de denúncia sobre as transgressões de um clero infestado por ideologias vãs, sobretudo o "câncer" da teologia da libertação: A RESILIÊNCIA QUE VEM DA CRUZ. O segundo trabalho literário foi o cômico romance catequético católico: O PASTOR ALOPRADO. O terceiro livro foi: Francois Xavier Nguyên Vân Thuân: "o apóstolo do evangelho da esperança". A quarta obra literária foi: À MINHA VOCAÇÃO, UMA CARTA. Por fim, seu quinto livro foi: BOLSONARO, O PALADINO DA LIBERDADE. Ah, vaidade, tudo é vaidade (Ecl 1,2). O sonhador contador de história tem na leitura seu manancial de conhecimento. Foi por meio dela que ele – humilde – conheceu o mundo. Foi por meio dela que ele foi capaz de pensar por si mesmo e não ser um difusor de "verdades aleatórias". De tanto ler sobre tudo, ele passou a escrever...

Falando sobre a Verdade, agora, permita-me retomar a 1ª pessoa para descrever o essencial que – em concordância com Exupéry – não é visto com os olhos, mas com o coração. Foi por meio dos bons livros que aprendi que a Verdade é singular e indelével. Foi por meio deles que acreditei num Deus Trino cujo Verbo consubstancial ao Pai encarnado, então com 12 aninhos, foi capaz de ensinar aos sábios no Templo e, com 33, ensinou a maior lição de amor quando – no bojo do mistério da união hipostática – livremente escolheu ficar pendente no madeiro romano e ali fenecer para a remissão da humanidade que O aceitar e viver a sua Boa Nova. A morte, porém, não foi capaz de detê-lo, pois, como vociferam os bons poetas, é impossível anular a primavera!

Em suma, por isso tudo e otras cositas más, agora digo aos meus críticos: obrigado, porque me ajudaram a melhorar... acho. Afirmo, todavia, com toda minh'alma e honestidade intelectual: tão grande quanto meus sonhos, é minha fé no Doce Rabi da Galileia!

Em última análise, de tudo aquilo que vivi até aqui, essas poucas linhas são o melhor que posso fazer para tentar definir tudo aquilo que eu pude ser, tanto que assim eu sou. Quanto ao que serei, sem anular meu livre-arbítrio, os tempos vindouros pertencem somente a Deus! A Ele, a minha história, visto que também aprendi que, apesar do bom combate, tal escolha, na certeza da vitória, é optar pela melhor parte que jamais me será tirada (cf. II Tim 4,7; Lc 10,42).

Sem mais, muito prazer!

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