Em 1950, no interior de Minas Gerais, havia em Araxá uma rocha sem comprador. O nióbio, elemento químico conhecido desde 1801, não tinha mercado, não tinha norma técnica e não tinha preço formado. Era uma curiosidade de catálogo, matéria de museu e de artigo científico, sem qualquer destino industrial à vista.
Setenta anos depois, essa mesma rocha sustenta arranha-céus, dutos submarinos, turbinas de avião e ímãs de ressonância magnética. O elemento que ninguém precisava tornou-se insubstituível nos materiais mais exigentes da economia moderna.
Como isso aconteceu? É a pergunta que este livro responde. A tese que atravessa suas páginas é direta: matérias-primas não são estratégicas por natureza — tornam-se estratégicas quando alguém constrói, em volta delas, uma cadeia inteira de conhecimento.
| Número de páginas | 142 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Português |
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