Este livro de Santo Agostinho, intitulado A Natureza e a Graça, consiste em uma profunda refutação teológica aos escritos de Pelágio, que defendia a autossuficiência da natureza humana e do livre-arbítrio para alcançar a justificação sem o auxílio divino. Agostinho argumenta que, embora o homem tenha sido criado em estado de inocência, a rebelião primitiva de Adão inseriu o vício e a corrupção no gênero humano, tornando o pecado uma realidade inerente a todos os descendentes. Por conseguinte, a necessidade da redenção e do socorro de Jesus Cristo é indispensável, uma vez que a lei humana e a mera vontade são incapazes de erradicar o pecado ou curar a natureza debilitada. O autor enfatiza que a graça de Deus opera de forma inteiramente gratuita, não como uma retribuição de méritos, mas como o único meio capaz de justificar os pecadores e governar a alma contra o orgulho. Por fim, o propósito da obra é demonstrar que, embora a perfeição e o livre-arbítrio sejam valorizados, a salvação e a resistência contínua ao mal dependem exclusivamente da misericórdia e da graça salvadora de Deus.
| Número de páginas | 140 |
| Edição | 1 (2018) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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