Veneno Lírico não é um livro para agradar. É um livro para testar.
Entre o escatológico e o metafísico, entre a ironia e a confissão, D. J. Araújo entrega uma coletânea crua — 70% ácido, 30% ironia — onde o leitor nunca sabe se está diante de um grande poema ou de uma provocação deliberada.
Aqui, a “merda” é elevada à categoria filosófica, o escritor admite sua própria escravidão por likes, a poetisa se despe da pose, o mundo é “bom” demais, e Deus pode ser apenas um delírio materializado. Amor, vaidade, solidão, engajamento, loucura e liberdade se misturam numa escrita que oscila entre o banal e o brutal.
Não há a pretensão de parecer genial.
Há a intenção de ser honesto — até quando isso incomoda.
Veneno Lírico é uma experiência de instabilidade: textos fortes ao lado de textos propositadamente simples, reflexões profundas seguidas de quase-nadas. O leitor pode rir, se irritar, se reconhecer ou querer desistir. E talvez seja exatamente esse o ponto.
Porque o veneno não é feito para ser doce.
É feito para reagir dentro de quem o ingere.
Se você procura poesia confortável, este livro não é para você.
Se aceita o risco, seja bem-vindo.
| Número de páginas | 80 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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