Oscar e Solange parecem viver em direções diferentes.
Ele é um professor de Sociologia espontâneo, inquieto e cheio de contradições. No ambiente acadêmico, domina as palavras, as ideias e a sala de aula. Fora dela, sua vida é muito menos organizada do que aparenta.
Ela é uma professora de Geografia que acaba de recomeçar a vida ao lado da filha depois de anos tentando caber naquilo que esperavam dela. Em Seropédica, Solange quer mais do que uma nova casa e um novo trabalho: quer descobrir quem é quando finalmente pode escolher por si mesma.
Vizinhos por acaso, os dois começam a se aproximar entre encontros inesperados, conversas, brincadeiras e pequenas descobertas. Aos poucos, Oscar percebe que por trás da mulher independente existe alguém que também está reaprendendo a viver. E Solange descobre que, por trás do professor irreverente que todos conhecem, existe um homem que nem sempre sabe o que fazer quando deixa de interpretar o papel que criou para si.
Enquanto novas amizades, família, universidade, religião e sentimentos atravessam suas vidas, ambos são levados a confrontar uma pergunta que parece simples, mas não é:
quem somos quando não precisamos representar para ninguém?
Talvez seja justamente quando as máscaras caem que duas pessoas conseguem, pela primeira vez, descobrir quem realmente são.
| Número de páginas | 267 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Argolado |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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