O homem sempre buscou julgar. Julgar pessoas, situações, atos e até a si mesmo. Mas, por trás dessa necessidade de avaliar, de colocar tudo em categorias, há uma voz silenciosa, quase imperceptível, que sempre nos observa: “Será que você não foi injusto?”
Essa dúvida que nos acompanha não é fruto do acaso. Ela é a manifestação de algo muito mais profundo: a consciência da alma. Julgar não é, em si, um erro; o problema surge quando julgamos sem consciência, quando deixamos que o ego e a pressa ditem nossas sentenças.
Jesus nos ensinou: “Não julgueis segundo a aparência, mas sim pela reta justiça”. O que ele nos mostra é que o julgamento não deve ser superficial, impulsivo ou arbitrário. Devemos buscar uma visão justa, iluminada pela verdade que transcende o que os olhos veem. Julgar com consciência é um ato de responsabilidade, não de poder ou arrogância.
Neste livro, convido você a explorar o tribunal que habita dentro de cada um de nós. Um tribunal invisível, silencioso e implacável, onde cada ato, pensamento e emoção é observado, analisado e ponderado. Aqui, o primeiro juiz não está no outro, mas em nós mesmos. Como disse Paulo: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo.”
O propósito desta obra não é apenas refletir sobre o julgamento, mas guiar o leitor em uma jornada de discernimento. Uma jornada em que aprenderemos a olhar para dentro, reconhecer nossas sombras, e compreender que a reta justiça começa quando entendemos a nós mesmos.
Que ao virar cada página, você sinta
| Número de páginas | 52 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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