Esta obra não é um convite ao conforto — é um chamado ao despertar.
Vivemos imersos em estruturas invisíveis que moldam nossos pensamentos, crenças e percepções sem que sequer nos demos conta. Desde cedo, aprendemos o que pensar, como agir, no que acreditar. Herdamos ideias como se fossem verdades absolutas, sem perceber que muitas delas nunca foram, de fato, questionadas.
Este livro nasce da inquietação diante dessa realidade.
Ele não pretende oferecer respostas prontas, nem substituir um sistema por outro. Pelo contrário: sua proposta é provocar. Provocar reflexão, ruptura, desconstrução. Porque toda verdadeira transformação começa quando aquilo que parecia sólido começa a rachar.
Utilizando uma linguagem simbólica inspirada em antigos textos espirituais — especialmente nas visões atribuídas a Enoque — esta obra propõe uma leitura diferente: não como relatos literais ou religiosos, mas como representações profundas da jornada da consciência humana.
Aqui, animais não são apenas animais. Eles são estados do ser. São espelhos.
A vaca, o touro, o tigre — cada um revela uma fase da consciência, um momento interno que todos, em algum nível, atravessamos. Submissão, resistência, ruptura. Ordem, conflito, solidão. Tudo isso faz parte do caminho.
Mas este não é um livro sobre símbolos.
É um livro sobre você.
Se em algum momento estas palavras causarem desconforto, dúvida ou até rejeição, não as descarte imediatamente. Muitas vezes, é justamente nesse incômodo que começa o v
| Número de páginas | 57 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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