1461 caracteres, bem próximo do alvo. Aqui está:
Ela morreu há anos. Ou nunca morreu, mas já não fala com você há muito tempo. Ou está viva, na mesma casa, todos os dias. Ainda assim, a voz dela continua aí dentro, comentando cada erro, cada escolha, cada momento de descanso que parece imerecido.
Isso não é fraqueza nem apego infantil. É estrutura psíquica, e "O Papo da Mãe Morta" explica, com profundidade e acolhimento, por que a mãe nunca desaparece completamente, mesmo quando a pessoa desaparece.
Ao longo de mais de 50 capítulos, o livro percorre a formação dessa voz interna, o luto, o ressentimento, a ruptura, e chega à liberdade possível: não apagar essa voz, mas parar de ser comandado por ela. Uma parte inteira da obra também acolhe quem cresceu sem nunca ter tido acesso à função materna, mesmo com a mãe viva. Ninguém fica de fora dessa conversa.
É uma leitura psicanalítica densa o suficiente para interessar profissionais da área, e acessível o suficiente para transformar quem nunca leu um livro de psicologia na vida. Cita Freud, Winnicott, Klein, Lacan, Bion e outros grandes nomes da psicanálise, sempre traduzidos em linguagem humana, nunca em jargão.
Para quem perdeu a mãe, para quem tem um vínculo que já terminou na prática, para quem repete frases que jurou nunca repetir, e para quem sente uma culpa ou uma exigência interna que não sabe explicar. Um livro para se reconhecer, não apenas para entender.
"A voz materna não precisa desaparecer para que o sujeito se
| Número de páginas | 180 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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