Em “O Jardim Branco”, Cícero atravessa os dias como quem habita ruínas invisíveis. Pintor consumido por uma dolorosa estagnação criativa, ele se afasta lentamente da arte, do desejo e de qualquer sentido possível para a própria existência. Entre medos silenciosos, frustrações acumuladas e uma apatia corrosiva, sua percepção da realidade começa a se desfazer.
Ao ultrapassar involuntariamente os limites do mundo conhecido, Cícero passa a vagar por um território suspenso entre a vigília e o sono. É nesse espaço nebuloso que surge o Jardim Branco — um lugar vasto, silencioso e quase irreal, onde o tempo parece imóvel e cada caminho conduz às regiões mais profundas da alma.
No jardim, não existem monstros visíveis. O que o espera são fragmentos de si mesmo: ecos de inseguranças antigas, sombras de escolhas abandonadas e manifestações sutis de sua própria autossabotagem. À medida que enfrenta seus bloqueios mais íntimos, o branco estéril daquele lugar começa lentamente a florescer em cores e sinais de vida.
Entre delírios, memórias e revelações silenciosas, surge também a figura enigmática de uma mulher — sua musa — símbolo da reconexão com tudo aquilo que julgava perdido.
“O Jardim Branco” é uma narrativa introspectiva e poética sobre queda, renascimento e o delicado instante em que um homem precisa escolher entre permanecer aprisionado em si mesmo ou finalmente despertar.
| ISBN | 9786502089484 |
| Número de páginas | 45 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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