Há pessoas que escutam o vento.
Outras aprendem a ouvir o silêncio.
Vicente, porém, sempre pareceu escutar algo muito mais distante: o próprio amanhã.
Quando acontecimentos inexplicáveis começam a atravessar seu caminho, ele percebe que o tempo talvez não seja apenas uma sucessão de dias, mas uma ponte invisível entre escolhas, lembranças e destinos que ainda podem ser transformados.
Ao lado de um menino enigmático, de uma delicada borboleta branca e de sinais que desafiam toda lógica, Vicente inicia uma jornada onde realidade e espiritualidade caminham lado a lado. Cada encontro o conduz para dentro de si mesmo, revelando que algumas respostas não estão no futuro, mas nas feridas que permanecem abertas dentro da alma.
Em uma narrativa sensível, simbólica e profundamente humana, Marcos Botelho constrói um romance que fala sobre culpa, perdão, reconciliação, esperança e a extraordinária capacidade de recomeçar. Sem se prender a uma tradição religiosa específica, a obra convida o leitor a refletir sobre o livre-arbítrio, a força do amor e o verdadeiro significado do tempo.
Porque talvez o amanhã nunca tenha sido um lugar para onde caminhamos.
Talvez ele sempre tenha caminhado silenciosamente ao nosso encontro.
| Número de páginas | 56 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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