Muitas vezes, olhamos para um elevador apenas como uma caixa metálica que nos leva do ponto A ao ponto B, esquecendo que cada subida e descida é uma oportunidade de mudar de perspectiva.
Dona Zuleica nos ensina que a elegância não está nos tecidos finos, mas na dignidade de carregar sua própria garrafa de café e estar pronta para o inesperado. O pequeno Lulu, com sua recusa em voltar para o asfalto cinza, é o lembrete de que todos merecemos um lugar onde a grama seja macia e a liberdade,
infinita.
Este livro não é apenas sobre um elevador que subiu até as nuvens; é sobre o momento em que decidimos que o destino final não precisa ser um andar térreo, mas sim o lugar onde nossas memórias e nossos Afetos se sentem em casa. Que cada leitor encontre o seu próprio "Andar das Memórias Felizes" e que,
quando a porta se abrir, tenha a coragem de deixar o elevador partir vazio.
| Número de páginas | 18 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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