A construção do Modelo de Retroalimentação Psicobiológica da Depressão nasceu de uma inquietação clínica e científica: a percepção de que, apesar dos grandes avanços alcançados pela Psicologia, Psiquiatria e Neurociências, a compreensão da depressão ainda frequentemente permanece fragmentada.
Ao longo da história, diferentes perspectivas buscaram explicar o fenômeno depressivo. Algumas enfatizaram alterações neurobiológicas; outras concentraram-se nos processos cognitivos; outras destacaram fatores comportamentais, relacionais ou sociais. Cada uma dessas contribuições trouxe conhecimentos fundamentais e permitiu avanços significativos no diagnóstico e no tratamento.
Entretanto, na prática clínica, permanece uma pergunta essencial:
Como integrar esses conhecimentos sem perder de vista a pessoa que sofre?
A depressão não chega ao consultório como uma teoria.
Ela chega através de uma pessoa.
Uma pessoa com uma história, relações, perdas, expectativas, valores, capacidades e possibilidades.
Essa constatação foi o ponto de partida para a elaboração deste modelo.
O Modelo de Retroalimentação Psicobiológica da Depressão não surgiu com a intenção de substituir teorias existentes, mas de buscar uma integração entre diferentes campos do conhecimento. Sua proposta fundamental é compreender a depressão como um processo dinâmico, no qual diferentes sistemas humanos influenciam-se continuamente.
O sofrimento depressivo não é apenas um sintoma.
| ISBN | 978-65-266-8099-5 |
| Número de páginas | 620 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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