MASTIGUE A MOSCA, MAS NÃO ENGULA A SOPA
(T. W. HART)
SINÓPSE
Mastigue a mosca, mas não engula a sopa. Essa não é apenas
uma frase de efeito; é o mantra de sobrevivência que separa a vida
da morte, dos invisíveis das periferias e favelas do Brasil.
Principalmente dos jovens pretos e pardos.
Neste romance visceral e eletrizante, contamos a história de
Davi, um jovem da comunidade de Paraisópolis lançado ao inferno
da carceragem e à escravidão urbana das praias de Copacabana, e de
Yuri e Breno, enredados nas malhas implacáveis de uma guerra entre
a facção e a alta política. Entre o massacre abafado nos gabinetes,
o terror psicológico dos presídios de segurança máxima e a luta diária
de quem carrega quilos de isopor sob o sol escaldante, a narrativa
escancara a realidade nua e crua de quem precisa negociar com a
própria alma para continuar respirando.
Quando o Estado corrompido e o submundo do crime fecham o
cerco, restam apenas duas escolhas: engolir o veneno do sistema e
desaparecer na cova rasa, ou aprender a mastigar a humilhação,
preservar a esperança.
Uma jornada implacável sobre corrupção, lealdade, o peso do
asfalto e a força indomável de quem decide reescrever o próprio
destino. Até onde você iria para salvar sua vida sem vender sua
humanidade?
| ISBN | 9786528406210 |
| Número de páginas | 119 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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