E se o primeiro extraterrestre a procurar um ser humano não quisesse falar com cientistas, governos ou militares?
E se ele quisesse apenas... um psicólogo?
Às dezessete horas e três minutos, a campainha toca. Do outro lado da porta está um visitante vindo das estrelas. Sua civilização venceu doenças, reduziu a violência, dominou tecnologias inimagináveis e atravessou distâncias interestelares. Mas há uma coisa que nenhum avanço conseguiu resolver: **a angústia de existir**.
Deitado num divã terrestre, o visitante começa a falar. Sobre seu mundo. Sobre a humanidade. Sobre nossas guerras e contradições. Sobre Deus, consciência, amor, solidão e morte. Sobre o paradoxo de Fermi, a escala de Kardashev e o silêncio do universo. E, pouco a pouco, revela algo muito mais íntimo: há alguém, em algum lugar entre as estrelas, de quem ele sente falta.
O que começa como a terapia de um extraterrestre transforma-se numa inversão inquietante: **é a própria humanidade que acaba no divã.**
Entre psicologia, filosofia, ciência e especulação, **Do EU TERRENO ao TU CÓSMICO** pergunta se estamos realmente preparados para o encontro com uma inteligência não humana — ou se ainda transformaríamos o desconhecido em inimigo, salvador, deus ou objeto.
Porque talvez uma civilização não se torne verdadeiramente cósmica quando aprende a atravessar as estrelas.
Talvez isso aconteça quando ela finalmente aprende a encontrar o Outro.
| Número de páginas | 304 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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