Esta obra de Santo Agostinho constitui um tratado profundo sobre a imoralidade absoluta da mentira, rebatendo os argumentos de hereges que defendiam a falsidade para ocultar a fé ou desmascarar outros. O autor argumenta que nenhuma boa intenção pode justificar o pecado, comparando a mentira a transgressões graves como o adultério e a blasfêmia, pois a verdade e a falsidade são radicalmente opostas. Além disso, o texto analisa episódios bíblicos complexos para demonstrar que figuras sagradas ou utilizaram apenas metáforas e silêncios legítimos — e não mentiras — ou tiveram ações que servem de exemplo apenas para instrução, mas não para imitação moral. Por fim, o pensador conclui que os cidadãos da cidade celestial devem viver em absoluta consonância com a verdade, evitando qualquer forma de engano, perjúrio ou falsidade religiosa.
| Número de páginas | 92 |
| Edição | 1 (2018) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.