Escrever é uma forma de fixar o invisível. Na minha jornada literária,
percebi que os objetos cotidianos que nos acompanham não são apenas matéria inanimada; eles absorvem os nossos passos, testemunham os nossos afetos e guardam a poeira dos mundos
que decidimos desbravar. Se em "Meu Velho Tênis" a narrativa encontrou o ritmo da juventude e dos caminhos urbanos, este novo projeto nasce sob o signo da resiliência, do tempo e das
conexões profundas.
Este livro é o diário de bordo dessa caminhada. Ao registrar estas
memórias, convido o leitor a olhar para os seus próprios passos e a perceber que o real valor das coisas não está no
preço que pagamos por elas, mas nas histórias que permitimos que elas
carreguem.
| Número de páginas | 24 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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