Poucos anos após sua morte, o escritor Lima Barreto parecia praticamente esquecido, os poucos que lembravam dele, falavam sobre a loucura, o alcoolismo e episódios de sua vida que ajudavam a construir a imagem de um boêmio incorrigível.
Depois da Segunda Guerra Mundial, um editor decide resgatar a obra de Lima Barreto. Para isso, envia um jornalista ao subúrbio do Rio de Janeiro em busca de vestígios da vida e da obra e ali que ele encontra Evangelina, sua irmã e sua companheira nos anos mais difíceis e a mulher que cuidou dele quando a doença e o alcoolismo já haviam transformado sua vida. Para surpresa do jornalista, Evangelina guardava documentos, cartas, manuscritos e lembranças capazes de revelar um Lima Barreto muito diferente daquele que aparecia nas páginas dos jornais.
A partir desse encontro, Evangelina começa a contar a história de seu irmão, entre lembranças da infância, da família, da literatura, das amizades, das dificuldades financeiras, das internações e dos últimos anos de Afonso. Diante de Nossa Senhora da Glória, Evangelina fez uma promessa: não permitir que Afonso fosse esquecido.
Afonso e Evangelina — A Vida de Lima Barreto é a história dessa promessa e da longa caminhada para que um escritor que morreu sem conhecer plenamente a glória que desejava finalmente encontrasse aquilo que procurou durante toda a vida: o reconhecimento de sua literatura.
| Número de páginas | 158 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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