A obra defende que a forma de ocupar a terra e organizar a produção molda o Estado, a política e a moralidade, e que o colapso institucional atual deriva de uma longa história de destruição do comum. Distingue dois modelos de Estado — Arquiteto, que integra território, técnica e projeto nacional, e Liquidatário, que administra o país como ativo a ser desmontado — mostrando que essa diferença nasce da base produtiva, não apenas da vontade dos governantes. Analisa o patrimonialismo modernizado, o uso do ódio como tecnologia política, a ascensão do templo como substituto do partido e a precarização do cotidiano como forma de disciplinamento social. No plano global, vê a disputa entre construção e liquidação estatal, situando o Brasil entre impulsos de edificação e ciclos de desmonte desde a Constituição de 1988. Ao final, reafirma que toda dominação durável começa pela terra.
| ISBN | 9786501985275 |
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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