Este cordel nasce
da necessidade de registrar
o instante crítico de uma das praias
mais icônicas
do nosso Rio Grande do Norte.
Ponta Negra,
antes poesia em estado líquido,
transformou-se — sem pedir
— em laboratório da pressa humana.
Mas, como todo cenário
que conversa com o infinito,
ela continua resistindo.
Meu encontro imaginado
com o Professor Rubens Azevedo
é metáfora e memória: ele
sempre me ensinou
a olhar
a paisagem com inteligência e espírito.
Aqui,
ele volta para dialogar comigo
sobre a praia que amamos — e que hoje nos
pede cuidado.
| Número de páginas | 24 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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