Neste tratado teológico, Santo Agostinho debate exaustivamente contra os seguidores de Pelágio — especificamente respondendo às proposições de Celéstio — para defender a tese de que a total ausência de pecado é impossível para o ser humano nesta vida mortal. O autor estrutura sua argumentação demonstrando que, embora o homem possua livre-arbítrio, este se encontra profundamente enfraquecido e doente desde a queda original, tornando a observância perfeita da lei moral inviável sem o socorro constante da graça divina. Ao longo da obra, Agostinho confronta diversos versículos bíblicos frequentemente mal interpretados por seus opositores, estabelecendo que a verdadeira justiça terrena consiste em caminhar rumo à perfeição espiritual através da fé, da caridade e da oração sincera por perdão. O propósito central do texto é refutar a soberba daqueles que acreditam poder alcançar a salvação por mérito próprio, reafirmando que somente através de Jesus Cristo e da ação do Espírito Santo é que a humanidade pode ser gradualmente curada e renovada até atingir a santidade plena na vida eterna.
| Número de páginas | 87 |
| Edição | 1 (2018) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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