A Mentira de Dois Mil AnosDurante dois mil anos, a civilização ocidental foi edificada sobre uma
imagem anatómica simples, mas devastadora: um osso pequeno, curvo e frágil.Em cada catecismo,
em cada pintura renascentista e em cada sermão dominical, a história foi repetida com a certeza de um
dogma inquestionável: Eva, a primeira mulher, foi formada a partir de uma costela de Adão. Uma
costela é um osso que protege, sim, mas é, em última análise, prescindível. Um homem pode perder
uma costela e continuar a viver, a andar e a governar sem qualquer prejuízo fatal para a sua
estrutura.Esta tradução criou uma teologia de "acessório". Se a mulher veio de uma peça pequena e
secundária, então a sua função no mundo, na igreja e na família deve ser, logicamente, pequena e
secundária. Ela foi vista como um apêndice da criação, uma ideia tardia de Deus para resolver a
solidão masculina.Mas a Bíblia hebraica original nunca disse "costela".O que você tem nas mãos não é
apenas um livro; é um ato de arqueologia teológica. O objetivo destas páginas é remover as camadas
de tradição, de traduções latinas convenientes e de preconceitos culturais para desenterrar o que
realmente aconteceu no Jardim do Éden.A verdade está escondida numa única palavra hebraica de
três letras {TSL'AH}$ (עלַ צֶ (.Quando começamos a rastrear esta palavra através das Escrituras,
descobrimos um escândalo linguístico. Em quase todas as suas ocorrências no Antigo Testamento —
quando Deus descreve a arquite
| Número de páginas | 58 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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