Em uma sociedade regida por índices de validação pessoal, onde o valor da vida é medido por métricas digitais e desempenho constante, Idun descobre que seu IVP — Índice de Validação Pessoal — atingiu níveis jamais alcançados. O reconhecimento é máximo. A felicidade, inexistente.
Pressionada a manter a performance que a consagrou, ela começa a perceber que a lógica da métrica não produz plenitude, mas exaustão; não constrói comunidade, mas competição silenciosa; não promove liberdade, mas autoexploração.
Entre permanecer no sistema que a exalta ou romper com ele em busca de um novo paradigma, Idun atravessa um processo de transformação que a leva a distinguir controle social difuso de responsabilidade compartilhada, desejo de diálogo, exposição de pertencimento.
Inspirada na deusa nórdica da juventude e da renovação, a protagonista encarna o conflito contemporâneo entre visibilidade e sentido, autonomia e convivência, performance e felicidade.
A Métrica dos Vivos é um romance sobre a sociedade do cansaço, a onipresença das redes sociais e a urgente necessidade de reinventarmos a forma como medimos — e vivemos — a vida.
| Número de páginas | 108 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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