O paraíso exige uma oferenda de sangue.
O verão em Penha, Santa Catarina, deveria ser sinônimo de praias desertas, calor e memórias inesquecíveis para um grupo de seis jovens universitários. Sob a liderança do atlético Lucas, eles buscam a promessa de um refúgio intocado na Praia de São Miguel. No entanto, um imenso eucalipto caído bloqueia o caminho tradicional, forçando-os a pegar um desvio antigo e mal demarcado por dentro da Mata Atlântica. Eles acreditam estar contornando o problema em direção ao paraíso, mas acabam cruzando os portões de um pesadelo vivo.
A praia que os recebe é deslumbrante, isolada do resto do mundo por imponentes paredões de pedra negra e cercada por um mar de um azul-petróleo estático. Mas o encanto dura poucos minutos e se transmuta em pânico absoluto. O sol despenca no horizonte a uma velocidade antinatural, os celulares morrem sem sinal e o próprio mar dobra o espaço, devolvendo à areia qualquer um que tente nadar para longe. Pior: a floresta ao redor ganha vida, sabotando qualquer tentativa de fuga a pé e cuspindo os estudantes repetidamente de volta à mesma faixa de areia. Eles estão trancados em um labirinto geométrico e temporal.
Ao investigarem uma cabana abandonada na orla, onde uma mesa está posta com exatamente seis pratos, o grupo encontra um livro de couro arcaico que dita as regras sádicas daquele lugar. A enseada foi amaldiçoada pelo sangue de uma antiga curandeira, brutalmente assassinada por seis jovens no passado.
| Número de páginas | 97 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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