Por que a mente humana prefere a ficção de uma ordem inventada ao peso da pura casualidade?
Você se pega buscando sinais do destino em coincidências do dia a dia? Já vestiu uma peça de roupa específica acreditando que ela mudaria o resultado do seu time? Ou talvez já tenha se perguntado por que tanta gente inteligente perde economias em esquemas de day trade, se deixa levar por promessas de gurus de internet ou desmorona sob a tirania da alta performance?
A resposta não está na falta de inteligência, mas na nossa biologia. Nós somos os descendentes diretos de primatas que sobreviveram na savana por detectar padrões onde só havia ruído. Fomos programados pela evolução para ver intenção, roteiros e significado no caos neutro do universo.
Em A Arquitetura do Autoengano, Bruno Rodrigues Gonçalves conduz uma autópsia brilhante e provocativa sobre os bastidores da mente. Através do Modelo MAA (Arquitetura do Autoengano), esta obra revela a engrenagem invisível que conecta desde as pequenas superstições cotidianas até as grandes indústrias da certeza que lucram com a nossa necessidade de controle.
Unindo ciência da decisão, psicologia evolutiva, neuroimagem e a sabedoria do estoicismo clássico, este livro não oferece ilusões confortáveis. Em vez disso, entrega algo infinitamente mais valioso: a autonomia de uma mente lúcida.
| Número de páginas | 97 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.