A investigação penal começa diante da incerteza. Antes de acusar, julgar ou responsabilizar, é necessário conhecer. Isso exige reconstruir fatos, preservar vestígios, avaliar evidências, formular hipóteses e reconhecer os limites do conhecimento produzido.
A Investigação Penal — Estruturas Fundamentais da Investigação Penal examina a investigação como atividade institucional de produção de conhecimento, submetida a métodos, responsabilidades, controles e garantias. A obra percorre os sujeitos e métodos da investigação, os vestígios e elementos informativos, a cadeia de custódia, os limites dos meios investigativos, os direitos fundamentais, o controle institucional, a investigação digital, os dados e novas tecnologias, o erro investigativo, a legitimidade, a formação da decisão jurídica, a memória do conhecimento investigativo e a cooperação internacional.
Investigar não é simplesmente procurar culpados. É construir conhecimento suficientemente confiável para que o Direito possa decidir sem transformar suspeitas em verdades, informações em provas ou eficiência em arbitrariedade.
Investigar é, portanto, assumir a responsabilidade de conhecer antes de afirmar, verificar antes de concluir e preservar a integridade do caminho que conduz do fato à decisão jurídica.
| Número de páginas | 516 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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