Volúpias do Entardecer é a continuação de Volúpias do Amanhecer. Embora cada obra possua identidade própria, ambas compartilham a mesma essência: encontrar poesia nos momentos simples da vida, observar o ordinário do cotidiano e transformar aquilo que, muitas vezes, passa despercebido em palavras carregadas de significado.
Acredito que a poesia não habita apenas os grandes acontecimentos, mas também os pequenos gestos, as conversas breves, as saudades silenciosas, os encontros, as despedidas e os sentimentos que atravessam os dias comuns. Este livro nasce desse olhar atento para a vida e da tentativa de traduzir em versos aquilo que me toca, me transforma e me faz sentir humana.
Escrever sempre foi minha forma mais genuína de expressão. Por meio da poesia consigo exteriorizar emoções, vivências, inquietações e afetos que nem sempre encontram espaço em conversas cotidianas. Cada poema presente nestas páginas carrega um fragmento da minha história, da minha maneira de enxergar o mundo e de me relacionar com ele.
Mas a escrita também vai além de mim. Ela se torna uma ponte. Ao compartilhar meus sentimentos, encontro pessoas que reconhecem nessas palavras emoções semelhantes às suas, criando conexões que talvez não fossem possíveis de outra forma. Ao mesmo tempo, este livro é um convite para aqueles que já me conhecem: uma oportunidade de mergulhar um pouco mais fundo na minha história, na minha sensibilidade, nas minhas vivências e nas camadas que compõem quem eu sou.
| Número de páginas | 136 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Português |
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