Sublimidade é quando você já viu o mundo por si só e só quer ver o mundo pelos olhos daquele alguém. Quando tudo o que se quer é fazer parte daquele olhar.
Sublimidade ocorre quando as palavras e gritos perdem a força no calor de um abraço. Quando você aprende o que é ser amado e não mais pode se contentar com menos. É sublime se sentir inteiro por saber ser só metade. Depender de alguém que você pode depender.
Sublimidade é passar os dias sonhando com as noites mal dormidas. É o barulho da chuva quando se está dormindo junto.
Sublimidade é poder chegar sem ter a pressa de partir. Quando se pode ficar um pouco mais onde se quer estar.
Sublimidade é quando a felicidade que morava ao lado entra pela porta da casa. Quando ela cria ninho no lar.
Sublimidade é quando os dois já conseguem entender o que nenhum dos dois consegue explicar.
E acima de tudo, sublimidade é quando a conversa é atravessada por um beijo. Quando a pele do outro já é edredom. Quando o “eu te amo” é verdadeiro.
Quando o “eu te amo” ganha eco.
Vladir Fernandes
| ISBN | 978-65-266-6538-1 |
| Número de páginas | 149 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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