O mundo sempre correu na linha tênue entre o caos e a ordem. Mas o que acontece quando o fluxo contínuo e emaranhado de excesso de informações, cultura, visões de mundo entra em ebulição? Em Silêncio em Lá Menor, o caos pós-moderno não é mais ordem por se decifrar. Ele é o motor de uma diferença por vir, não descoberta. Na história, a sociedade começa a colapsar quando um grupo religioso coloca a culpa de um evento apocalíptico sem precedentes na voz e na moral de Mãe Cotonete, uma das maiores cantoras do mundo. Uma erupção cutânea é causa ou consequência do fulgor pandêmico que acomete o mundo? O que a música de uma mulher tem a ver com isso? Afinal, no meio de uma ruptura social, somos seres com sentido e propósito que excede a própria compreensão humana? Ou será que, na ausência de respostas, resta o homem criá-las e unir-se aos divergentes por meramente um objetivo de sobrevivência em comum?
| Número de páginas | 479 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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