SINOPSE
As gírias registram o tempo. As pessoas registram o pertencimento.
Em SE PÁ, o escritor George Loez convida o leitor a uma jornada emocionante, reflexiva e nostálgica pelas ruas da memória e da linguagem. Muito além de meros bordões ou vícios de linguagem, expressões como "demorô", "tá ligado?", "brabo", "pitel" e o próprio "se pá" revelam-se como verdadeiras pontes invisíveis de afeto, senhas secretas de pertencimento e cápsulas do tempo que conectam diferentes gerações.
Tendo como pano de fundo as transformações de uma turma de amigos no inesquecível Mirante da cidade, o livro entrelaça a leveza das conversas de rua com profundas meditações sobre o tempo, a amizade, o amadurecimento e as inevitáveis partidas da vida. Através dos olhos atentos do narrador — um observador curioso que busca compreender as pessoas por trás das palavras —, acompanhamos o momento em que apelidos viram identidade, o primeiro amor reorganiza o grupo, o relógio do trabalho afasta os passos e a vida exige novos caminhos.
Com uma prosa poética e acolhedora, George Loez mostra que, embora as roupas, a tecnologia e os dialetos mudem, a necessidade humana de ser ouvido e acolhido permanece intacta. SE PÁ não é um manual linguístico; é um abraço em forma de livro, um tributo à juventude de ontem e de hoje e um lembrete de que a vida não pertence às certezas, mas ao infinito horizonte existencial
| Número de páginas | 31 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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