Sala de Chá é a preconização de farta memória para além dele mesmo e aos quais foram endereçados seus desabafos fizeram-no universais, porquanto as fronteiras que delimitavam esta obra, não existem mais. O sentimento de finitude, ambivalência, deu lugar a toda prosa-poética para além da concepção dos seus filhos imaginários e ardilosa psicosfera, ocasião da pandemia e afins.
Atesta a grandiosa obra que ainda escreve-se cartas, desde seu auge Europa adiante, até aquele lugar nítido, ululante, termal, suas raízes mais profundas, seus personagens, alunos, confrades da nossa Academia de Letras do Vale do Itapicuru, enfim...
A temperatura foi-se adequando ao ambiente de Sala de Chá. Os imortais tomam assento para juntos nesse solene instante abrir-lhes os selos das primeiras cartas... Fernando Pessoa, Saramago, Dias Gomes, Sophia de Melo Breyner Andresen, Oscar Wilde, Flaubert, Clarice Lispector...
A tantos quanto possam envolver-se nessa viagem imensurável, nossos sinceros votos de reverberar emoções nesse deslumbrar inimaginável de tantas vivências e roteiros transitáveis ou nem tanto. Abriu-se a alma, como um livro sem qualquer segredo, encerrou-se o capítulo para iniciar solene desabrochar.
| ISBN | 9786502244449 |
| Número de páginas | 90 |
| Edição | 2 (2023) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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