Vi cidades profanas nascerem da poeira e diluirem se,assim como o esperma barato morre sempre na cova.
Erguendo torres para tocar o nada e nada se tem nem o ouro vislumbra,
E a esperança, essa mentira apagada à nascença, essa chama passageira, de que até apenas de ser passagem já é nojenta.
Morrendo ao fim de cada luz que se acende e apaga.
O mar da salinidade que parece limpo insiste com as ondas em apagar todos os rastros,
Dos pés cansados de aliens ainda sobreviventes sobre a areia fria de noite,corta o brilho das estrelas.
Enquanto o céu manipulador, guiado por um astro ou vários consoante a penumbra,
Promete o caos já antes do brilhar do dia.
Não há retorno para o que foi escrito e se foi escrito, foi para vaguear.
Nas águas turvas de um rio profundo,os peixes do mundo sopram bolhas.
Pois cada passo parece ecoar o infinito,embora permaneça tudo falso.
E cada alma destes peixes carrega o seu mundo no abismo.
Não busques chifres, cascos ou o enxofre, ele rodeia te a toda a hora.
Nas profundezas de um chão calcinado de desertos onde nunca houve vida;
Onde a selvagaria treme e a alma sofre,
O mito destes peixes dorme, em todos mesmos guardado das bermas da superfície.
Mas no silêncio da noite mais densa e o espelho da lua
Quando esse espelho devolve o medo,
A voz que surge não pede licença, entra no silêncio.
E revela, enfim, o próprio segredo.
"E o teu Eco
Descobre e desvenda a verdade.Com esta obra nunca serás o mesmo de em Diante.
Eis a oportunidade ...
| Número de páginas | 1 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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