Quando o sagrado foi expulso da esfera pública, a modernidade prometeu que a razão bastaria. Prometeu ordem sem transcendência, lei sem fundamento, autoridade sem legitimidade que a precedesse. Prometeu, em suma, a cidade sem Deus.
O século XX foi a resposta a essa promessa — e a resposta foi devastadora.
Quando os Deuses Partiram é uma investigação sobre a ruptura que produziu o mundo em que vivemos — e sobre os caminhos possíveis de reconstrução. Não é uma lamentação pelo passado nem uma utopia para o futuro. É um diagnóstico honesto do presente, feito com o rigor de quem leva a sério os grandes pensadores da tradição ocidental — Aristóteles, Agostinho, Burke, Chesterton, Dawson, Voegelin — e com a convicção de quem acredita que o que foi esquecido pode ser lembrado.
A crise que vivemos não é política. É civilizacional. E as respostas civilizacionais não começam nos parlamentos — começam nas famílias, nas comunidades, nos pequenos altares onde a vida humana ainda tem profundidade suficiente para sustentar o peso do sagrado.
Este livro é um convite a reconhecer o que se perdeu — e a ter a coragem de começar a reconstruí-lo.
| Número de páginas | 122 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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