Esta obra entrelaça rigor acadêmico, arte e criação literária para problematizar a imposição anacrônica do binarismo de gênero na arqueologia. A partir do estudo iconográfico das cerâmicas da cultura Marajoara e de críticas à biologia tradicional, a autora questiona a naturalização das categorias "homem" e "mulher". Unindo sua dissertação de mestrado a aquarelas, poemas e contos ficcionais inspirados no perspectivismo ameríndio, o livro explora como a colonização reordenou corpos e identidades. Trata-se de um convite a descolonizar o passado, abrindo espaço para imaginar corporalidades fluidas e existências não binárias que a ciência tradicional frequentemente invisibiliza.
| ISBN | 9786502324660 |
| Número de páginas | 526 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Capa dura |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Português |
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