A POESIA COMO OFÍCIO DO POSSÍVEL
Em PIRAMBEIRAS – e outros Pensares, Paulo Sérgio Rosseto nos convida a uma experiência sensível e artesanal com a palavra. Longe de qualquer estrépito ou grandiloquência, seus poemas são como gravetos que se transformam em pontes, ou como o pingo insistente de uma torneira que se torna tempo.
O poeta não se furta ao áspero, à dor, à dúvida e ao silêncio, que são matéria bruta de sua escrita —, mas há sempre, em cada verso, uma graça que se insinua, uma alegria possível mesmo nas dores. É a poesia como resistência silenciosa, a de quem persiste em lapidar frases enquanto o mundo parece desabar ao redor.
PIRAMBEIRAS é um convite para escutar o que há entre as palavras e para descobrir que, talvez, no instante em que desistimos de caber, caibamos inteiros no vazio que o poema desocupa.
Com uma poesia que se constrói como um canto de pássaro — breve, certeiro e livre, Rosseto nos lembra que o amor se cabe em palavra repartida, e que a beleza, como a nuvem passageira, não está no que se diz, mas no que se sente, porém do lado avesso do verso.
O Autor é um artesão das palavras. Membro da Academia de Letras de Porto Seguro, constrói sua poesia na miudeza do instante, onde o ínfimo se torna o acorde, e o acaso, a própria música da existência.
| ISBN | 9786597679409 |
| Número de páginas | 188 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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