Parte 4: Primeira Morte

Por Edgar Azevedo

Código do livro: 965652

Categorias

Suicídio, Psicológico, Morte E Luto, Gótico E Romance, Família, Jovens e Adolescentes, Ficção e Romance, Ficção, Família E Relacionamentos, Drama

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Sinopse

Parte IV: Primeira Morte

Na vida, há mortes que precedem a morte.

Flora sai do hospital — curada, para todos os efeitos. Mas os pulsos marcados ainda doem sob as mangas compridas, o corpo frágil mal sustenta o peso da bolsa e o rosto falha em conter as trevas que habitam em sua mente. O caminho de volta para casa é longo, e o que sobrou do lar talvez nem valha a pena. Lá, esperam, um pai que machuca com a mesma impassibilidade com que protege e uma irmã que aguarda imóvel — sempre imóvel.

Flora sabe que não chegou ao hospital sozinha — uma miríade de mãos a empurrou para a ruína —, mas sai de lá mais solitária que nunca; porque ninguém fica para assistir ao desfecho dos estragos que causou. Entre diários amarelados, flores de hastes tortas e uma parreira que cresce alheia a qualquer limite, Flora tenta recomeçar. Tenta.

Um realismo nu e implacável sobre culpa herdada, traições domésticas e o preço de querer florescer em terra envenenada — onde a primeira morte nunca é a última.

Características

Número de páginas 80
Edição 1 (2026)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 80g
Idioma Português

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Fale com o autor

Edgar Azevedo

Um escritor medíocre atormentado por ideias excelentes.

Autor independente. Terror psicológico, gótico e noir.

Atualmente publicando Amores Mortos — uma conversa subterrânea com as leituras que me deformaram:

• a atmosfera receptiva ao extraordinário em Ligeia (Poe);

• a inevitabilidade da tragédia romântica em Pobre Liza (Karamzin);

• a ciclicidade da obsessão humana em A Volta do Parafuso (Henry James);

• a opressão sistemática do ambiente sobre o indivíduo em A Letra Escarlate (Hawthorne);

• a impossibilide de transcendência na covardia em Pedro Páramo (Juan Rulfo);

• e a distorção da verdade pelo viés narrativo em Pálido Fogo (Nabokov).

Cada parte carrega uma âncora.

O veneno, porém, é só meu.

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