Parte 2: Onde Morrem Os Amores

Por Edgar Azevedo

Código do livro: 946776

Categorias

Suicídio, Psicológico, Morte E Luto, Gótico E Romance, Amor E Romance, Poesia, Jovens e Adolescentes, Ficção e Romance, Ficção, Drama

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Sinopse

Parte II: Onde Morrem os Amores

No domingo, os mortos recebem visitas. Os vivos nunca voltam os mesmos.

Todo domingo, Natanael deposita uma rosa solitária no túmulo da mãe — uma penitência silenciosa invisível para a multidão —, mas uma stalker o observa das sombras há semanas; para ela, ele é o refúgio perfeito para seu vazio. Com mentiras delicadas, manipulações sutis e poemas trocados entre lápides, ela invade sua vida — e ele, faminto por afeto, a acolhe sem questionar. A face da tragédia se revela: admiração obsessiva, possessão disfarçada de devoção; o resultado: cicatrizes que se abrem, promessas que cortam como lâminas. Entre versos sussurrados e segredos familiares não ditos, eles se devoram mutuamente — até que o desejo de ser amado colide com a verdade inescapável: algumas flores murcham antes de florescer, e amores não prosperam na escuridão.

Um dark romance intenso sobre obsessão, culpa e o preço de querer ser salvo por quem já está perdido.

Características

Número de páginas 76
Edição 1 (2026)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 90g
Idioma Português

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Fale com o autor

Edgar Azevedo

Um escritor medíocre atormentado por ideias excelentes.

Autor independente. Terror psicológico, gótico e noir.

Atualmente publicando Amores Mortos — uma conversa subterrânea com as leituras que me deformaram:

• a atmosfera receptiva ao extraordinário em Ligeia (Poe);

• a inevitabilidade da tragédia romântica em Pobre Liza (Karamzin);

• a ciclicidade da obsessão humana em A Volta do Parafuso (Henry James);

• a opressão sistemática do ambiente sobre o indivíduo em A Letra Escarlate (Hawthorne);

• a impossibilide de transcendência na covardia em Pedro Páramo (Juan Rulfo);

• e a distorção da verdade pelo viés narrativo em Pálido Fogo (Nabokov).

Cada parte carrega uma âncora.

O veneno, porém, é só meu.

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