I N T R O D U Ç Ã O
Acompanhando a essência da profundidade dos acontecimentos,
após o falecimento do meu pai, Walfrido Alencar, é que eu notei que
a sua pequena grande obra dava para se reunir com a minha
visando gerar um só contexto. Antes eu imaginava que os textos que
havia escrito serviriam para compor um único trabalho. Mas me
enganei. Tudo fora devidamente e gradativamente reservado no
intuito de surgir uma ocasião especial. Assim como nada ocorre por
acaso, este livro de duas autorias intitulado PARA MEU PAI acaba
sendo concluído dentro de uma pontualidade dificílima de precisar,
de tanta revisão, de tanto cuidado para não errar. A cada instante as
mudanças na diagramação me consumiam horas. Ainda bem que o
esforço contínuo de aprimorar as formatações valeu a pena. No meu
entendimento, esta união pai e filho preencherá sobremodo as
expectativas de quem sonhava ver algo assim um dia. Logo, os
versos espetaculares de Walfrido Alencar, que ganhariam rumos de
esquecimento, se por mim fossem abandonados, graças a toda uma
concatenação de dimensões misteriosas e enigmáticas às pessoas
comuns, por sorte, atinge o seu limite. Chega a seu final.
| Número de páginas | 137 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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