Em comum a todos os textos, dois personagens: o pai, que vem a ser ele próprio, e a pequena Valentina, sua filha. Em cada um dos textos, o cronista joga luz sobre sua relação com a filha e a difícil responsabilidade de educá-la. E ao expor essa convivência tão íntima, o cronista acaba por registrar mais do que um prosaico cotidiano: expõe os meandros de outra arte, ainda mais difícil do que a de educar, a de conviver. Em cada um dos textos, acompanhamos o amadurecimento de dois indivíduos: o da menina, que age movida pela curiosidade típica das crianças, e o do próprio pai, que se autodefine um adolescente. O pai ensina e, muitas vezes, é ele quem aprende. E ambos crescem aos olhos do leitor. Acompanhamos as idiossincrasias dessa convivência — e as alegrias e frustrações da pequena Valentina — como se fôssemos visitantes que chegam à casa numa hora inapropriada. Acontece que essas horas, ainda que inapropriadas (e talvez por isso), nos trazem pequenas epifanias disso que chamamos de humanidade.
| ISBN | 9786599315794 |
| Número de páginas | 119 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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