O padre José de Anchieta, em 1560, já registrava o "prodigioso" espetáculo de "dois sóis" no céu de São Vicente, que hoje podemos reconhecer como o primeiro documento de um fenômeno aéreo anômalo na colônia. Nos séculos seguintes, "nuvens luminosas" que desafiavam os ventos, "faróis fantasmagóricos" sobre o litoral e "dirigíveis misteriosos" em pleno cerrado compuseram um mosaico de enigmas. O século XX, porém, inaugurou a maturidade desta crônica. A partir dos anos 1950, com a popularização global do termo "disco voador", os relatos no Brasil ganharam volume, detalhe e um novo personagem central: o Estado.
| Número de páginas | 245 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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