Nada escapa ao controle do diretor patrimonial da Petra.
Ele está sempre um passo adiante, aguardando o momento oportuno de agir, sabendo ser gentil e afável, mas também se valendo de frieza assustadora quando desafiado.
Rigoroso, intransigente e crítico; ele cobra resultados.
Isso é excelente para os negócios, mas nem sempre um trunfo nos relacionamentos. Sempre houve muita gente interessada em se livrar dele, como em morrer por ele. E sempre haverá.
Ele atrai admiradores na mesma proporção que colhe inimigos.
Mas quem quer que o tenha desafiado jamais saiu vitorioso.
Seria diferente desta vez, quando a construtora está prestes a erguer uma hidrelétrica na região amazônica?
Que armas pensam em usar para derrotá-lo?
Chantagem? Precisarão de mais do que isso para dobrá-lo.
Antes mesmo de iniciar a obra o diretor de patrimônio sofre uma tentativa de assassinato.
Quem está por detrás disto, sabe muito mais sobre a vida de Jardel de Freitas do que seu lado empresarial mostra.
O diretor não é apenas um homem de negócios bem-sucedido.
Há algo no seu caráter que não foi forjado na carreira profissional.
A própria construtora não passa de uma fachada.
A pirâmide retorcida e cintilante, sua famosa logomarca, dá boas-vindas a uns, amaldiçoa outros.
Seu símbolo é tão onipresente quanto o próprio Jardel.
| ISBN | 9786502162217 |
| Número de páginas | 476 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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