Sinopse: Of All Places, Never Here – But in Me
Como transformar a ausência em presença? Como dar corpo a algo que só existe no campo das ideias? Of all places, never here – but in me não é apenas um livro; é um manifesto da transmutação.
Nestas páginas, a autora convida o leitor a entrar em um santuário de memórias e sensações, onde a distância geográfica entre duas pessoas deixa de ser um obstáculo e torna-se a matéria-prima para a criação. Entre o aroma de livros antigos, o tom sépia de fotografias envelhecidas e a solidão inspiradora de São Paulo, cada crônica é um exercício de escrita como ato de cura.
Esta obra explora o "nunca aqui" não como uma falta, mas como um espaço de liberdade absoluta. Ao transformar a saudade em tinta e o vazio em arte, a autora nos mostra que o amor platônico, quando lapidado pela escrita, deixa de ser uma ferida para se tornar uma joia rara. Um livro para quem já amou em silêncio, para quem já escreveu cartas que nunca enviou e para quem entende que, de todos os lugares do mundo, o lugar mais seguro para guardar um sentimento eterno é dentro de si.
Charlotte não é apenas o tema do seu quadro, mas a "presença invisível" que preenche todo o silêncio da casa. À medida que Dominic se dedica à sua obra-prima, a fronteira entre a realidade e a pintura se dissolve, provando que o amor mais profundo não é aquele que se toca, mas aquele que se cria.
Este livro é um convite a um mergulho na alquimia do afeto.
| Número de páginas | 12 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.