O grande baile de máscaras da modernidade já começou. E você é obrigado a dançar todos os dias.
Vivemos cercados de personagens. Acordamos cedo e vestimos a armadura do desempenho. No trabalho, precisamos parecer incansáveis; nas redes sociais, felizes; na vida, equilibrados. E, quando não conseguimos sustentar o papel, aprendemos a acreditar que o problema está em nós. Mas o que acontece quando a mente tenta sustentar a farsa e o corpo decide parar?
Em O Teatro da Sobrevivência, Carlos Júnior faz uma radiografia corajosa, profunda e sem anestesia das engrenagens invisíveis que transformaram exaustão em virtude, produtividade em identidade e felicidade em obrigação.
Sem fórmulas mágicas de pensamento positivo ou promessas fáceis, o livro une cenas do cotidiano, reflexão social e uma linguagem acessível para desnudar as máscaras da alta performance, da apatia urbana e da falsa meritocracia — revelando o preço que pagamos por passar a vida inteira tentando parecer bem.
Mais do que expor o adoecimento coletivo, esta obra funciona como um manifesto pela sanidade. É o convite definitivo para abandonar os palcos corporativos e digitais, encarar o espelho sem filtros e recuperar a coragem de ser imperfeito, vulnerável e inteiramente humano.
Afinal, o remédio para uma sociedade doente não é uma máscara mais bonita. É a coragem de parar de fingir.
| Número de páginas | 44 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.