Há um cansaço que não aparece nos autos. Ele chega depois da audiência, no carro, no silêncio de quem passou a tarde sentado e volta para casa como se tivesse corrido uma maratona.
Neste relato em primeira pessoa, o advogado criminalista Diego Rossi Moretti abre a porta do que o ofício cobra e quase ninguém conta: as madrugadas de plantão, o ar espesso dos presídios, a tensão do plenário do júri, o julgamento da rua sobre quem defende aqueles que todos querem ver condenados.
Entre a razão do técnico e uma sensibilidade que não cabe em laudo, o livro não oferece respostas fáceis. Oferece companhia. Foi escrito para criminalistas, para quem trabalha perto da dor alheia e para quem já se perguntou de onde vem o peso que ninguém vê.
| Número de páginas | 190 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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