Apresentação do conceito: o Olimpo como símbolo máximo da soberba espiritual.
Introdução à tese do livro: o ego que busca ascender como um deus acaba por se perder no caminho.
O Olimpo, o Extremo da Soberba
Desde os primórdios da humanidade, o anseio por ascensão, poder e transcendência tem habitado o íntimo da alma, ou seja, o ego. A mitologia grega, com sua rica tapeçaria de deuses, titãs e herois, ergueu um palco simbólico onde as paixões humanas foram elevadas ao divino — e, ao mesmo tempo, corrompidas por ele. No topo desse palco está o Olimpo: não apenas um monte sagrado, mas o arquétipo supremo da soberba seja espiritual ou outro segmento qualquer.
Este livro parte de uma pressuposto direto e inquietante: o ego que busca ascender como um deus acaba por se perder. Não por falta de poder ou de visão, mas porque, ao trilhar o caminho da auto exaltação, rompe com os alicerces da humildade, da comunhão e da verdade. E tal alma abandona sua essência para vestir uma glória que não lhe pertence — e, O Olimpo o extremo da soberba
nesse processo, torna-se um simulacro, uma caricatura de divindade, prisioneira de seu próprio orgulho.
O Olimpo, então, deixa de ser apenas morada dos deuses e passa a simbolizar o destino final daqueles que se esquecem de que o verdadeiro céu não se conquista pela força ou a inteligência, mas pela entrega. Nesta jornada, o leitor será convidado a olhar para além dos mitos e refletir sobre os caminhos da alma humana — e o abismo que se abre quando e
| Número de páginas | 31 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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