Ninguém sabe o nome dele.
Alguns o chamam de Errante. Outros, de Viajante. e alguns, em sua ironia, de homem do chapéu torto. Ele caminha por cidades que desaparecem ao amanhecer e atravessa reinos que não existem em mapa nenhum.
Cada lugar por onde passa guarda um pedaço dele, um arrependimento nunca dito, um silêncio nunca quebrado, uma pergunta nunca respondida. E, em algum ponto do caminho, o vento sussurra uma palavra que ele não consegue decifrar. Uma palavra que o segue por toda a jornada. e que talvez, no fim, seja também a sua.
O Homem que Caminhava com o Vento é uma fábula sobre andar sem destino e, ainda assim, caminhar com propósito. Sobre o que fica pra trás em cada estrada, e o que, finalmente, se encontra ao final dela.
Nem todo aquele que vagueia está perdido.
| Número de páginas | 58 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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